10 principais obras para visitar no Museu do Louvre em Paris, França

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Se você vai visitar o Museu Louvre Paris França, provavelmente já percebeu que existe um problema: o Louvre é enorme.

O museu reúne milhares de obras de diferentes períodos, países e civilizações. Por isso, tentar conhecer tudo em uma única visita não é uma boa estratégia.

Em vez disso, vale escolher algumas obras como prioridade e organizar o passeio a partir delas. Dessa forma, você consegue conhecer os grandes destaques do Louvre sem transformar a visita em uma corrida pelos corredores.

Entre pinturas, esculturas e peças arqueológicas, algumas obras se tornaram verdadeiros símbolos de Paris. A Mona Lisa, por exemplo, recebe milhões de visitantes. Já a Vitória de Samotrácia impressiona não apenas pela escultura, mas também pela maneira como o Louvre a apresenta.

Neste guia, reuni 10 das principais obras do Louvre para quem vai visitar o museu pela primeira vez. Além das obras mais famosas, incluí peças que ajudam a entender a história, a arte e a diversidade do acervo.

Quais são as principais obras do Museu do Louvre?

Antes de entrar nos detalhes, vale conferir a lista completa das obras que selecionei:

ObraArtista ou períodoDestaque
Mona LisaLeonardo da VinciA pintura mais famosa do Louvre
Vitória de SamotráciaGrécia HelenísticaEscultura monumental e cheia de movimento
Vênus de MiloGrécia HelenísticaUm dos maiores símbolos da escultura grega
A Liberdade Guiando o PovoEugène DelacroixUm dos grandes símbolos da história francesa
As Bodas de CanáPaolo VeroneseA maior pintura do Louvre
Código de HamurabiBabilôniaUm dos mais importantes registros jurídicos da Antiguidade
LamassuImpério NeoassírioMonumentais figuras protetoras da Mesopotâmia
Escriba SentadoAntigo EgitoUma das obras egípcias mais conhecidas do museu
Retrato de MadeleineMarie-Guillemine BenoistObra importante para a representação de uma mulher negra na arte francesa
AthanorAnselm KieferExemplo da presença da arte moderna no Louvre

Agora, vamos conhecer cada uma delas.

1. Mona Lisa, de Leonardo da Vinci

Quando alguém fala nas obras mais famosas do Louvre, é praticamente impossível não pensar na Mona Lisa.

Leonardo da Vinci pintou o retrato entre 1503 e 1519. A obra representa Lisa Gherardini, esposa do comerciante florentino Francesco del Giocondo. Atualmente, o Louvre exibe a pintura na sala 711, na Ala Denon, no nível 1.

A fama da Mona Lisa, entretanto, vai muito além da sua qualidade artística.

Em 1911, Vincenzo Peruggia, funcionário do Louvre, roubou a pintura. Ele acreditava que a obra deveria retornar à Itália. O caso ganhou enorme repercussão na imprensa e ajudou a transformar a Mona Lisa em um fenômeno mundial.

Musée du Louvre – reportages salles palais et int pyramide

O que observar na Mona Lisa?

Um dos principais detalhes está na técnica utilizada por Leonardo.

O artista aplicou o sfumato, uma técnica que suaviza as transições entre cores e tons. Assim, Leonardo evitou linhas muito marcadas e criou uma aparência mais delicada.

O sorriso também chama atenção.

Dependendo da posição e da maneira como você observa a pintura, o sorriso de Mona Lisa parece mudar. Além disso, seu olhar cria a sensação de acompanhar o visitante.

Por isso, mesmo que você já tenha visto a pintura centenas de vezes em fotografias, vale observá-la pessoalmente.

Onde fica a Mona Lisa no Louvre?

Ala: Denon
Nível: 1
Sala: 711, Salle des États

A localização pode mudar por motivos de conservação ou reorganização do museu. Portanto, confira a sinalização e o mapa oficial no dia da sua visita.

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2. Vitória de Samotrácia

Depois da Mona Lisa, uma das obras que mais merece entrar no seu roteiro pelo Museu do Louvre em Paris é a Vitória de Samotrácia.

A escultura representa Nike, a deusa grega da vitória. Os pesquisadores associam a obra ao período helenístico, provavelmente no início do século II a.C.

No entanto, a experiência de ver essa escultura começa antes mesmo de chegar perto dela.

A Vitória de Samotrácia fica no alto da Escadaria Daru. Assim, conforme o visitante sobe os degraus, a escultura aparece diante dele em uma posição monumental.

Por que a Vitória de Samotrácia impressiona tanto?

O movimento é um dos grandes destaques.

Mesmo feita de mármore, a escultura transmite a sensação de que o vento movimenta o tecido sobre o corpo de Nike.

Além disso, a obra não está completa. A cabeça e os braços não chegaram até os nossos dias. Ainda assim, a escultura mantém uma força visual impressionante.

O Louvre encontrou e restaurou alguns fragmentos ao longo dos anos. Porém, os especialistas optaram por não reconstruir partes que não poderiam ser recuperadas com segurança.

Por isso, não tente imaginar a obra como uma escultura “quebrada”. Observe justamente como os fragmentos preservados conseguem transmitir movimento e força.

Onde fica a Vitória de Samotrácia?

Ala: Denon
Nível: 1
Sala: 703, Escadaria Daru

Essa é uma das obras que eu colocaria entre as prioridades de qualquer primeira visita ao Louvre.

3. Vênus de Milo

Vênus de Milo está entre as esculturas mais conhecidas do mundo.

Encontrada na ilha de Milos, na Grécia, a escultura provavelmente surgiu entre 150 e 125 a.C. Os especialistas costumam associá-la a Alexandros de Antioquia.

A figura feminina aparece em uma postura elegante, com o corpo formando uma curva característica da escultura grega.

Mas, claro, existe um detalhe que todo mundo percebe primeiro: os braços desapareceram.

Por que a Vênus de Milo não tem braços?

A escultura chegou aos tempos modernos sem os braços completos. Por isso, os pesquisadores ainda discutem exatamente quem a figura representa.

Muitas interpretações associam a mulher à Afrodite, deusa grega da beleza e do amor.

Uma das razões para essa hipótese envolve um fragmento encontrado próximo à escultura: uma mão segurando uma maçã. Esse elemento combina com atributos tradicionalmente associados a Afrodite.

Ainda assim, não existe uma confirmação definitiva.

E talvez essa seja justamente uma das coisas mais interessantes sobre a obra.

Em vez de tentar imaginar apenas o que faltou, observe a postura, o equilíbrio do corpo e o tratamento do tecido. Mesmo incompleta, a Vênus de Milo continua sendo uma das grandes referências da escultura clássica.

Onde fica a Vênus de Milo?

Ala: Sully
Nível: 0
Sala: 345

4. A Liberdade Guiando o Povo, de Eugène Delacroix

Se você quer conhecer uma obra que ajuda a entender a história da França, coloque A Liberdade Guiando o Povo no seu roteiro.

Eugène Delacroix pintou a obra em 1830, no contexto da Revolução de Julho, conhecida também como os Três Dias Gloriosos.

A pintura mostra uma mulher conduzindo uma multidão pelas barricadas enquanto segura a bandeira francesa.

Quem é a mulher em A Liberdade Guiando o Povo?

A mulher representa a própria Liberdade.

Ela usa um barrete frígio e segura a bandeira tricolor francesa. Ao redor dela, Delacroix colocou personagens de diferentes classes sociais.

Essa escolha não aconteceu por acaso.

O artista organizou os personagens em uma composição semelhante a uma pirâmide. Dessa forma, o olhar do visitante chega naturalmente até a figura da Liberdade, que ocupa o ponto mais alto da cena.

Outro detalhe importante: a pintura representa a Revolução de Julho de 1830, e não a Revolução Francesa de 1789.

Por isso, conhecer esse contexto muda bastante a maneira de interpretar a obra.

Onde fica A Liberdade Guiando o Povo?

Ala: Denon
Nível: 1
Sala: 700, Salle Mollien

5. As Bodas de Caná, de Paolo Veronese

Agora vem uma dica que pode fazer você aproveitar muito melhor sua passagem pela Mona Lisa.

Olhe para a parede em frente.

Ali está As Bodas de Caná, de Paolo Veronese.

A pintura representa o episódio bíblico em que Jesus transforma água em vinho durante uma festa de casamento.

Porém, o tamanho da obra é o que mais chama atenção.

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Qual é a maior pintura do Louvre?

As Bodas de Caná é a maior pintura do Louvre, com aproximadamente 70 m².

A tela reúne dezenas de personagens, músicos, convidados, arquitetura e diferentes elementos espalhados pela composição.

Por isso, não tente observar tudo de uma vez.

Primeiro, olhe a pintura como um todo. Depois, aproxime-se e procure pequenos detalhes.

A história da obra também merece atenção.

Veronese criou a pintura para o refeitório do mosteiro de San Giorgio Maggiore, em Veneza. Séculos depois, em 1797, as tropas de Napoleão levaram a obra para a França.

Como a tela era enorme, o transporte exigiu uma solução bastante complicada. Os responsáveis precisaram enrolar a pintura para conseguir levá-la até Paris.

Onde fica As Bodas de Caná?

Ala: Denon
Nível: 1
Sala: 711, Salle des États

Portanto, quando você chegar à Mona Lisa, não olhe apenas para ela. Reserve alguns minutos para observar a enorme pintura que está na parede oposta.

6. Código de Hamurabi

Depois de tantas pinturas e esculturas famosas, vale mudar completamente de assunto.

Código de Hamurabi é uma estela de pedra criada durante o reinado de Hamurabi, rei da Babilônia, por volta do século XVIII a.C.

A peça reúne 282 decisões jurídicas relacionadas a assuntos como propriedade, comércio, família, trabalho e outros aspectos da sociedade babilônica.

O que aparece no topo do Código de Hamurabi?

Na parte superior da estela, Hamurabi aparece diante de Shamash, divindade associada à justiça.

A representação reforça a relação entre o poder do rei e a autoridade divina.

Existe ainda uma curiosidade bastante conhecida.

A expressão “olho por olho” costuma ser associada ao Código de Hamurabi. Entretanto, é importante não resumir toda a obra a essa frase. A estela reúne uma extensa coleção de decisões e normas da sociedade babilônica.

Além disso, o próprio Louvre explica que não devemos enxergar o documento exatamente como um código jurídico moderno.

Onde fica o Código de Hamurabi?

Ala: Richelieu
Nível: 0
Sala: 227

Se você gosta de história antiga, essa parada merece entrar na sua lista de obras imperdíveis do Louvre.

7. Lamassu

Os Lamassu são uma ótima escolha para quem quer descobrir uma parte menos óbvia do Museu Louvre Paris França.

Essas enormes figuras pertencem à antiga Mesopotâmia e funcionavam como seres protetores.

A representação mistura diferentes animais: corpo de touro, asas e cabeça humana.

Os exemplares do Louvre estão relacionados à antiga cidade de Dur-Sharrukin, atual Khorsabad, construída durante o reinado de Sargão II, no século VIII a.C.

Por que o Lamassu tem cinco pernas?

Esse é um dos detalhes mais curiosos da obra.

Quando você olha o Lamassu de frente, consegue perceber as pernas que sustentam o animal parado.

Entretanto, quando observa a figura de lado, as pernas criam a impressão de movimento.

Dessa maneira, o artista conseguiu representar duas situações diferentes na mesma escultura: uma figura estática vista de frente e um animal caminhando visto de lado.

Além disso, o tamanho dos Lamassu impressiona.

Eles ocupavam posições importantes em entradas e passagens, reforçando a ideia de proteção e poder.

Onde encontrar os Lamassu no Louvre?

Ala: Richelieu
Nível: 0
Sala: 229

Se você tiver interesse por civilizações antigas, reserve um tempo para explorar essa parte do museu.

8. Escriba Sentado

Escriba Sentado é uma das grandes obras da coleção de arte egípcia do Louvre.

A escultura representa um homem sentado, com as pernas cruzadas, segurando um papiro.

Os pesquisadores datam a obra aproximadamente entre 2600 e 2350 a.C., durante a 4ª ou 5ª dinastia do Egito Antigo.

Porém, o que mais chama atenção são os olhos.

Observe os olhos do Escriba Sentado

O artista utilizou materiais diferentes para criar os olhos, incluindo cristal de rocha e cobre.

O resultado cria um efeito impressionante de realismo.

Além disso, a escultura ainda conserva parte da policromia original. Assim, mesmo depois de milhares de anos, o personagem mantém uma aparência surpreendentemente viva.

É uma daquelas obras que vale observar de perto.

Não passe apenas para marcar “mais uma obra” na sua lista. Pare por alguns segundos e observe o rosto.

Onde fica o Escriba Sentado?

Ala: Sully
Nível: 1
Sala: 635

9. Retrato de Madeleine, de Marie-Guillemine Benoist

Nem todas as obras importantes do Louvre aparecem nas listas mais populares de Paris.

Retrato de Madeleine, de Marie-Guillemine Benoist, é um bom exemplo.

A artista pintou a obra em 1800. Na época, o retrato recebeu outro título porque os pesquisadores ainda não conheciam a identidade da modelo.

Hoje, o Louvre identifica a mulher como Madeleine.

Por que o Retrato de Madeleine é importante?

A pintura possui grande importância histórica e social.

Madeleine aparece no centro da composição, diante de um fundo neutro. Ela olha diretamente para o observador e ocupa o espaço que, naquele período, os retratos frequentemente reservavam às mulheres brancas de classes privilegiadas.

Além disso, a artista produziu a obra poucos anos depois da primeira abolição da escravidão nas colônias francesas.

Por isso, o retrato permite discutir temas como representação, racismo, colonialismo, liberdade e posição social.

Ao mesmo tempo, precisamos considerar o contexto da produção da obra. A artista tinha uma posição social muito diferente da modelo e, portanto, possuía mais autonomia para definir como Madeleine seria representada.

Essa leitura histórica torna a pintura ainda mais interessante.

10. Athanor, de Anselm Kiefer

Para fechar a lista, escolhi uma obra que mostra um lado diferente do Louvre.

O museu não reúne apenas antiguidades e grandes pinturas europeias. Ele também possui obras modernas e contemporâneas.

Athanor, de Anselm Kiefer, é um exemplo disso.

Criada em 2007, a obra mostra uma figura humana deitada sob um céu repleto de estrelas.

O que significa Athanor?

O termo “athanor” vem da alquimia.

Os alquimistas utilizavam esse tipo de forno em processos de transformação da matéria. Kiefer aproveitou essa ideia para criar uma obra relacionada à transformação.

A composição utiliza diferentes materiais e possui uma superfície bastante texturizada.

Além disso, Kiefer trabalha com referências às cores associadas a diferentes etapas da alquimia.

O resultado é uma pintura que não funciona apenas como uma imagem. A textura também faz parte da experiência.

Por isso, Athanor representa uma ótima oportunidade para quem quer sair do circuito mais tradicional do Louvre.

Como visitar o Museu do Louvre sem ficar perdido?

Agora que você já conhece algumas das principais obras do Louvre, vem a parte prática.

O Louvre é grande demais para você entrar sem planejamento e simplesmente decidir o caminho lá dentro.

Por isso, recomendo montar uma pequena estratégia antes da visita.

1. Escolha suas obras prioritárias

Primeiro, selecione entre 8 e 15 obras que você realmente quer conhecer.

Depois, confira a localização de cada uma.

Assim, você consegue montar um percurso mais lógico e evita atravessar o museu várias vezes.

2. Organize a visita por alas

O Louvre divide suas coleções principalmente entre as alas Denon, Sully e Richelieu.

Portanto, quando você montar seu roteiro, agrupe as obras que ficam próximas.

Por exemplo, se você quer conhecer a Mona Lisa, A Liberdade Guiando o Povo e a Vitória de Samotrácia, faz sentido organizar essas três obras dentro do mesmo percurso.

3. Reserve seu horário

Outro ponto importante envolve o ingresso.

Durante o período de 1º de julho a 31 de agosto de 2026, o Louvre informa que a reserva de horário é obrigatória para os visitantes, com algumas exceções.

Além disso, o museu informa atualmente uma tarifa de €32 para visitantes que não residem no Espaço Econômico Europeu.

Como preços e regras podem mudar, confirme sempre essas informações no site oficial antes da compra.

4. Confira o horário de funcionamento

Atualmente, o Louvre funciona nos seguintes horários:

DiaHorário
Segunda-feira9h às 18h
Terça-feiraFechado
Quarta-feira9h às 21h
Quinta-feira9h às 18h
Sexta-feira9h às 21h
Sábado9h às 18h
Domingo9h às 18h

A última entrada acontece uma hora antes do fechamento. Além disso, o museu começa a liberar as salas 30 minutos antes do encerramento.

Como o Louvre pode alterar horários e regras, confira as informações oficiais antes de sair do hotel.

Quanto tempo reservar para visitar o Louvre?

Não existe uma resposta única.

Se você quer conhecer apenas as principais obras do Louvre, algumas horas podem funcionar muito bem.

Por outro lado, se pretende explorar diferentes departamentos e caminhar pelas galerias com calma, reserve praticamente um dia.

O mais importante é não transformar o passeio em uma competição contra o relógio.

Afinal, você não precisa “zerar” o Louvre.

É muito melhor passar alguns minutos observando uma obra que realmente despertou seu interesse do que atravessar dezenas de salas apenas para dizer que viu tudo.

Vale a pena visitar o Museu do Louvre em Paris?

Sim, principalmente se essa for sua primeira viagem a Paris.

Entretanto, a experiência melhora muito quando você chega com expectativas realistas.

Você não precisa conhecer milhares de obras.

Em vez disso, escolha algumas prioridades, entenda um pouco da história de cada uma e deixe espaço para descobrir outras pelo caminho.

Além disso, não concentre toda a sua visita na Mona Lisa.

Ela merece ser vista, claro. Porém, a riqueza do Louvre está justamente na diversidade do acervo.

Você pode começar diante de Leonardo da Vinci e, poucos minutos depois, estar diante de uma escultura grega, uma estela babilônica ou uma obra egípcia com milhares de anos.

É isso que torna o Museu do Louvre tão especial.

Checklist para visitar o Museu do Louvre

  • Comprar o ingresso antecipadamente
  • Conferir se a reserva de horário é obrigatória
  • Escolher as obras prioritárias
  • Conferir a localização das obras
  • Organizar o roteiro por alas
  • Verificar o horário de funcionamento no dia escolhido
  • Reservar tempo para obras além da Mona Lisa
  • Conferir possíveis mudanças de salas no dia da visita
  • Usar o mapa oficial do Louvre para facilitar a circulação
  • Evitar tentar conhecer o museu inteiro em uma única visita

Perguntas frequentes

Qual é a obra mais famosa do Museu do Louvre?

A Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, é a obra mais famosa do Museu do Louvre e uma das pinturas mais conhecidas do mundo.

Quais são as principais obras do Louvre?

Entre as principais obras estão a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vênus de Milo, A Liberdade Guiando o Povo, As Bodas de Caná, o Código de Hamurabi, os Lamassu e o Escriba Sentado.

O que não posso deixar de ver no Louvre?

Para uma primeira visita, eu priorizaria a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vênus de Milo e A Liberdade Guiando o Povo. Depois, incluiria As Bodas de Caná e algumas obras das coleções egípcia e mesopotâmica.

Onde fica a Mona Lisa no Louvre?

A Mona Lisa fica na Ala Denon, nível 1, sala 711, na Salle des États. A localização pode mudar, então confira o mapa oficial do museu antes da visita.

Onde fica a Vênus de Milo no Louvre?

A Vênus de Milo fica na Ala Sully, nível 0, sala 345.

Qual é a maior pintura do Louvre?

As Bodas de Caná, de Paolo Veronese, é considerada a maior pintura do Louvre. Ela fica na parede oposta à Mona Lisa.

Quanto tempo preciso para visitar o Louvre?

Para conhecer algumas das principais obras, algumas horas podem ser suficientes. Entretanto, quem deseja explorar diferentes departamentos do museu pode reservar um dia inteiro.

É possível visitar o Louvre em um dia?

Sim. Porém, você não conseguirá conhecer todas as obras do museu. O melhor caminho é escolher previamente aquilo que deseja ver e montar um roteiro de acordo com a localização das peças.

Vale a pena visitar o Louvre mesmo sem entender de arte?

Sim. Você não precisa ser especialista em arte para aproveitar o Louvre. Antes da visita, conhecer um pouco da história das principais obras já ajuda bastante a entender o que você está vendo.

Conclusão

Museu Louvre Paris França é um daqueles lugares em que planejamento faz toda a diferença.

O acervo é gigantesco e, justamente por isso, você não precisa tentar conhecer tudo.

Escolha suas prioridades. Organize o percurso. Confira a localização das obras. E, principalmente, reserve tempo para olhar de verdade para aquilo que chamou sua atenção.

Comece pela Mona Lisa, mas não pare nela.

Suba a Escadaria Daru para encontrar a Vitória de Samotrácia. Passe pela Vênus de Milo. Observe A Liberdade Guiando o Povo. E, quando chegar à Mona Lisa, não se esqueça de olhar para a parede oposta e descobrir As Bodas de Caná.

Depois, saia um pouco do caminho mais famoso e conheça o Código de Hamurabi, os Lamassu, o Escriba Sentado e outras obras que ajudam a mostrar a enorme diversidade do Louvre.

Afinal, o grande segredo para aproveitar o Museu do Louvre em Paris não é tentar ver tudo.

É saber o que você realmente quer ver.

Salve esta matéria para usar durante o planejamento da sua viagem e compartilhe com quem vai conhecer Paris com você. Assim, vocês já chegam ao Louvre sabendo exatamente quais obras não querem perder.

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